A equanimidade física

Por Luan Andrade

Cabelos curtos e grisalhos começam a determinar o formato do pensamento dela, professora e doutora com amplo currículo no firmamento jornalístico e humano.
As cores que veste sussurram a neutralidade do seu discurso, quando, com a mão esquerda aberta e apoiada no pescoço, bafeja que devemos todos conhecer e pesquisar outros universos, debater pensamentos e desafiar a temida liberdade, se ela realmente existir.
Liberdade que sai voando de sua sandália de couro aberta e balança sua calça que, mesmo livre, acaba complementando sua camisa branca-paz que, por sua vez, é pano de fundo dum colar redondo que simboliza o universo de saberes que está disposta a pesquisar e viver.
Isso! Vida! É, também, vida que grita, dessa vez, o seu sorriso. Ela traz vida, ela pesquisa a vida.
A equanimidade da vida física.

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